Imagem usada: http://www.baboo.com.br/hardware/hardware-tecnologia/guerra-virtual-como-se-prevenir-de-ataques/
Será realizado na Câmara dos Deputados no dia 29 de março de
2016 um seminário a fim de discutir com os órgãos de Defesa e Segurança
Nacional sobre a segurança tecnológica do Brasil e assuntos estratégicos de
meios de segurança para uma provável guerra cibernética.
A iniciativa ocorreu dentro da CPICIBER – Comissão Parlamentar de Inquérito de Crimes
Cibernéticos - devido a eminência de ações terroristas, de acordo com algumas matérias publicadas:
Na revista Exame no dia 17 de novembro do ano 2015, sob o titulo “Estado Islâmico (EI) planeja ataques
cibernéticos com mortes, diz Reino Unido”, relata que “militantes do Estado Islâmico estão” tentando desenvolver a
capacidade de lançar ataques cibernéticos [...] “A Internet representa um eixo crítico de potencial vulnerabilidade.”
No site R7 foi publicada que o Estado Islâmico mandou um
recado para os Estados através de um vídeo não identificado sua autenticidade: "dizemos aos Estados que participaram
na campanha de cruzada que, por Deus, vocês terão um dia à vontade de Deus,
como a França, e por Deus, como atingiu a França em seu centro em Paris, então
juramos que vamos atingir a América [...]".
Ainda no R7, em vídeo de decapitações, Estado Islâmico manda
mensagem para cristãos do mundo inteiro. A gravação tem como título "Uma mensagem assinada com sangue para
a nação da cruz"
A agência EBC no dia 27 de janeiro, ainda em 2015, publicou uma
matéria com o título “Entenda o histórico
e o perfil dos grupos islâmicos em atuação no mundo”. Nessa matéria diz que
o “Estado Islâmico tem divulgado vídeos
com a decapitação de reféns e pretende criar um grande califado mundial [...]
pretende impor um código próprio de leis baseadas na religião [...] Esses
grupos que nos últimos anos estão atuando no mundo, aproveitam vácuos políticos
deixados por Estados nos territórios onde atuam”.
Sendo assim, a CPICIBER entendeu ser notório a fragilidade do
mundo virtual e pensando no bem comum da sociedade decidiu urgentemente começar
debates com especialistas de possíveis soluções de guerras cibernéticas. Há
necessidade de estudos, avaliações, soluções de meios de defesa a uma possível
guerra virtual.
O Brasil está na América do Sul, mas não está livre que
qualquer tipo de atentado terrorista. Nada pode ser afirmado, mas precisa-se
com urgência colocar em discussões situações que podem acontecer como também
discutir medidas de defesa e segurança nacional.

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