sexta-feira, 11 de março de 2016

Crimes Cibernéticos na Câmara dos Deputados


Será realizado na Câmara dos Deputados no dia 29 de março de 2016 um seminário a fim de discutir com os órgãos de Defesa e Segurança Nacional sobre a segurança tecnológica do Brasil e assuntos estratégicos de meios de segurança para uma provável guerra cibernética.
A iniciativa ocorreu dentro da CPICIBER –  Comissão Parlamentar de Inquérito de Crimes Cibernéticos - devido a eminência de ações terroristas, de acordo com algumas matérias publicadas: 
Na revista Exame no dia 17 de novembro do ano 2015, sob o titulo “Estado Islâmico (EI) planeja ataques cibernéticos com mortes, diz Reino Unido”, relata que “militantes do Estado Islâmico estão” tentando desenvolver a capacidade de lançar ataques cibernéticos [...] “A Internet representa um eixo crítico de potencial vulnerabilidade.”
No site R7 foi publicada que o Estado Islâmico mandou um recado para os Estados através de um vídeo não identificado sua autenticidade: "dizemos aos Estados que participaram na campanha de cruzada que, por Deus, vocês terão um dia à vontade de Deus, como a França, e por Deus, como atingiu a França em seu centro em Paris, então juramos que vamos atingir a América [...]".
Ainda no R7, em vídeo de decapitações, Estado Islâmico manda mensagem para cristãos do mundo inteiro. A gravação tem como título "Uma mensagem assinada com sangue para a nação da cruz"
A agência EBC no dia 27 de janeiro, ainda em 2015, publicou uma matéria com o título “Entenda o histórico e o perfil dos grupos islâmicos em atuação no mundo”. Nessa matéria diz que o “Estado Islâmico tem divulgado vídeos com a decapitação de reféns e pretende criar um grande califado mundial [...] pretende impor um código próprio de leis baseadas na religião [...] Esses grupos que nos últimos anos estão atuando no mundo, aproveitam vácuos políticos deixados por Estados nos territórios onde atuam”.  
Sendo assim, a CPICIBER entendeu ser notório a fragilidade do mundo virtual e pensando no bem comum da sociedade decidiu urgentemente começar debates com especialistas de possíveis soluções de guerras cibernéticas. Há necessidade de estudos, avaliações, soluções de meios de defesa a uma possível guerra virtual.
O Brasil está na América do Sul, mas não está livre que qualquer tipo de atentado terrorista. Nada pode ser afirmado, mas precisa-se com urgência colocar em discussões situações que podem acontecer como também discutir medidas de defesa e segurança nacional.  

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