terça-feira, 12 de abril de 2016

A Maior Catástrofe da História Ambiental Brasileira



O rompimento da barragem de Fundão ocorrida no dia 05 de novembro de 2015 no subdistrito de Bento Rodrigues no Município de Mariana, Minas Gerais, sob a responsabilidade da mineradora Samarco, é considerado o maior desastre ambiental do mundo no que se relaciona a barragens de rejeito e na história brasileira a pior catástrofe. 

A barragem foi construída para acondicionar os rejeitos oriundos da extração do minério de ferro retirado de minas da região.

A lama, além de atingir o rio Doce, sendo este o abastecedor da população de 230 municípios dos estados de Minas Gerais e Espírito Santo, segundo ambientalistas os prejuízos dos rejeitos no mar continuarão ainda por mais 100 anos, sobretudo, a todos os danos causados não houve avaliação. 
 http://noticias.ne10.uol.com.br/brasil/noticia/2015/11/13/governo-cria-comite-para-avaliar-decisoes-sobre-o-desastre-de-mariana-580383.php

A comissão externa da Câmara dos Deputados que acompanha as proliferações do destroço da barragem na região de Mariana (MG) realiza na tarde de hoje, 12, audiência pública com intuito de esclarecimentos das causas do acidente, as consequências e para estudar as medidas, do qual foram admitidas para diminuir o sofrimento dos atingidos e reconstruir o meio ambiente deteriorado, pois existem questões ainda não esclarecidas. Não há informações técnicas do alteamento da barragem em relação à segurança, o conhecimento dos riscos envolvendo a obra e o processo de licenciamento ambiental.

De acordo com a comissão “não há um diagnóstico preciso dos impactos ecológicos e socioeconômicos do desastre sobre a bacia do rio Doce e como será a recuperação ambiental da região. Não há clareza sobre como os recursos que serão disponibilizados e aplicados, nem sobre qual instituição irá gerenciar esse processo. E ainda não foi definido o local de implantação da nova vila de Bento Rodrigues. Passados quase três meses da tragédia, a reparação de danos civis caminha lentamente, apesar da gravidade do impacto sobre as famílias atingidas”.

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